quarta-feira, 17 de junho de 2015

The truth about cats and dogs

Amo filmes leves. Ambientados em Seatlle. Com mocinhos no naipe do Ben Chaplin.

A vida é pesada. Quero ver leveza na TV.

Ontem tive uma grata surpresa no Netflix, o filme citado no título deste post foi adicionado ao catálogo. Trata-se de Janeane Garofalo, Uma Thurmam e Ben Chaplin em um triângulo amoroso onde a personagem de Uma, Noelle, é a alta, magra, loira gostosa que tudo mundo quer. Abby (Janeane) é baixinha e se acha feia. Assistam, é muito cute.


Imagem retirada do Google Imagens. Não é de minha autoria

A beleza é muito relativa. Janeane estava linda neste filme. Uma é linda também, mas a Janeane tem uma beleza nada obvia. Eu ficava muito puta da vida em ver a Abby se depreciando. Aí lembrei de mim...

Sempre me forcei a achar que não tinha direito de me sentir bonita. Isso acabou. Não importa o meu peso, me acho bonita e não há quem me faça pensar o contrário.
Há alguns anos, uma amiga se viu apaixonada por um homem do nosso convívio e quando eu falei que ele malhava, ela disse que ia desencanar simplesmente porque ele não iria querê-la. Segundo ela, o fato de ele malhar significa que não sairia com ela, que se achava gorda.
Putz, saí com malhadores, lutadores e uma sorte de bombadões. Ia de blusa justa com braços de fora e todos andavam de boa comigo. Se o cara quis ficar comigo e eu quis ficar com ele, por que motivo daria vazão à nóia?

As vezes o monstro maior está em nossa cabeça. Vamos começar a nos amar acima das nóias?





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